domingo, janeiro 25, 2009
Uma estranha sentenciou minha alma.
Cão sem Dono.
Compreendi melhor meu silêncio.
Já não é tão tola a minha convicção.
Uma estranha sentenciou minha alma.
Cão sem Dono.
Compreendi melhor meu silêncio.
Já não é tão tola a minha convicção.
Por Valdemiro às 13:46 1 comentários
Por Valdemiro às 20:05 0 comentários
O jogo já acabou.
As regras estão colocadas.
A primeira. Principal. E única discutível.
Você não faz as regras.
Você expõe o concreto.
E espera que algo aconteça.
Assim lhe apresento as sutilezas.
Há porém uma regra em benefício da dor.
Um dia. Até que se prove o contrário. Tudo acaba.
Pela primeira regra esta última se torna necessária.
Mas afinal contarei-lhe o essencial.
Além da regra principal se esconde, em sua sombra, a regra acessória.
O mundo deve ser feito das convicções e da aleatória.
As convicções são relativas.
Todo mundo possui. Algumas impróprias. Outras trajadas em dúvidas.
Porém a aleatória é plena e absoluta.
Por isso não se constitui em regra.
Em outras palavras, não tem exceção.
E seu único corpo palpável é conviver como se fosse uma mera acessória das convicções.
Convicção e aleatória formam um par.
Quase imperfectível.
As demais regras são desnecessárias para todos jogarem.
Por isso, podem então todos contrariar a regra principal.
E criar suas próprias regras.
A exceção está feita. E confirma a regra principal.
O que me move. Mais do que minhas convicções.
É a nossa aleatória.
Nosso elo perdido da existência.
Meu destino é um consciente acaso.
Um descaso com a própria vida.
Um olhar na esquina.
Um relance melancólico.
Um momento.
Em que penso que tudo posso criar.
Por Valdemiro às 12:11 2 comentários
Por Valdemiro às 12:06 0 comentários
Estou a praticar crimes na fronteira.
Acordo sem sono às 6 horas.
Me conformo com as regras de português.
Dou bom dia a todos que não me olham.
Respondo gestos de aprovação por reflexo.
Almoço coisas saudáveis e verdes.
Não paro de trabalhar até às 5 horas.
Assisto aos últimos capítulos da novela.
Deito às 10 horas religiosamente.
Rezo para alguém [que nunca vi] para que esta vida não mude.
Minha prisão não precisa ser decretada.
Por Valdemiro às 12:00 0 comentários
Por Valdemiro às 11:50 0 comentários